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José Miguel Gomes Monteiro
17-04-2012
Porto
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Notícias

World Travel Awards 2018: Portugal é o melhor destino europeu pela segunda vez

Portugal foi eleito o melhor destino turístico europeu pelo segundo ano consecutivo pelos World Travel Awards. Esta distinção foi atribuída pela primeira vez ao nosso país em 2017 e é renovada em 2018. 
 
No total, Portugal recebeu 36 prémios. Além do prémio de Melhor Destino Europeu, a Madeira recebeu o prémio de Melhor Destino Insular e Lisboa foi eleita o Melhor Destino Citadino da Europa e Melhor Porto de Cruzeiros.
 
O Turismo de Portugal voltou a ser reconhecido como o melhor organismo oficial de turismo europeu.
 
Os World Travel Awards começaram a ser atribuídos em 1993, reconhecendo o trabalho desenvolvido na área da indústria turística a nível global, de modo a estimular a competitividade e a qualidade do Turismo. A seleção dos nomeados é realizada à escala mundial por milhares de profissionais do sector, que todos os anos escolhem os seus favoritos.​
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Can’t Skip Portugal melhor campanha e Turismo de Portugal Anunciante do Ano - Prémios M&P Criatividade 2018

​Os Prémios M&P Criatividade em Autopromoções e Inovação em Media distinguiram a campanha Can’t Skip Portugal como a melhor a concurso na edição de 2018.
 
A Partners, que desenvolveu esta campanha para o Turismo de Portugal, foi eleita Agência do Ano, e o Turismo de Portugal recebeu, também, o prémio de Anunciante do Ano. 
 
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Portugal é um dos países mais LGBTI friendly da Europa

Portugal entrou definitivamente no radar dos turistas, nomeadamente das pessoas LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgéneros e Intersexo). Como podes ver no gráfico, Portugal está no Top 10 dos países mais LGBTI friendly da Europa: ocupa a sétima posição no “2018 Rainbow index and Map” (“Mapa Arco-íris da Europa 2018”). 
 
Trata-se de um ranking elaborado pela plataforma Rainbow Europe, uma ferramenta da ILGA Europe que avalia as leis e políticas de 49 países europeus.
 
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Portugal é dos que mais depende do turismo: vale nove em cada 100 euros na economia

O turismo é cada vez mais um fator chave quando se fala na economia em Portugal. País é um dos que mais depende do setor, que contribui para cerca de 9% do PIB.

Em 2016, as receitas com turistas subiram 11%

Em Portugal, o turismo contribui diretamente para cerca de 9% do PIB, fazendo com que seja um dos países desenvolvidos onde a economia mais depende do setor, escreve a TSF. Só Espanha se mantém acima de Portugal, a liderar a tabela, onde o turismo vale diretamente 11% do PIB. País ultrapassa França, Itália, Áustria, Hungria e Grécia.
 
Os dados são de um estudo que se foca nas tendências do turismo na União Europeia na última década e até 2016. De acordo com a Organização Mundial do Turismo, os dois países ibéricos lideram o crescimento do setor na Europa, com Portugal a ter a segunda maior percentagem não apenas da Europa, mas também dos países desenvolvidos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
 
 
O turismo português vale ainda 20% das exportações do país e 58% das exportações na área dos serviços. Por outro lado, apenas cerca de 40% dos portugueses fazem férias no estrangeiro, o que contribui para um saldo positivo na balança da economia. Entre as receitas dos turistas que chegam a Portugal e dos portugueses que saem, o país é um dos que mais fica a ganhar.  Em 2016, as receitas com turistas subiram 11% para 12,7 mil milhões de euros e os portugueses gastaram 3,8 mil milhões em férias lá fora, assim sendo, o balanço é positivo, com a economia nacional a ganhar quase 9 mil milhões de euros.
 
Segundo a Organização Mundial do Turismo, o setor está a ter um papel fundamental na recuperação das economias europeias, sobretudo na Europa de Sul, como é o caso de Portugal. O turismo contribui, assim, “para a criação de emprego” e para a “saúde da balança comercial” com o estrangeiro.
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Governo quer transformar antigas casas florestais em alojamento para turistas

O Governo quer recuperar antigas casas florestais para, depois, as transformar em alojamentos turísticos. O objetivo é simples: dar novo impulso ao turismo de natureza. Primeiro serão identificados os imóveis e depois será criado um fundo imobiliário responsável pela colocação das casas no mercado e respetiva dinamização turística.
 
A implementação deste objetivo será dividida em duas fases, segundo o Plano Nacional de Reformas (PNR), citado pelo Jornal de Negócios. Num primeiro momento serão identificados os imóveis que farão parte do programa. Depois, e de acordo com a publicação, será criado um fundo de investimento imobiliário, intitulado “Turismo Natureza”, para que os ativos possam chegar ao mercado.
 
Muitas das casas ainda servem de habitação a guardas florestais, mas a grande maioria está ao abandono. “A dinamização turística das casas de abrigo e casas florestais [tem como objetivo] a reabilitação, valorização e rentabilização do património público fechado e sem uso”, lê-se no documento do PNR.
 
Ainda são desconhecidos, até ao momento, os prazos de lançamento e execução, valores de investimento ou os modelos de exploração turística.
 
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AL deu nova vida a mais de metade das casas desocupadas do Norte, Centro e Alentejo

Norte, Centro e Alentejo. Cerca de metade – ou mais – das unidades criadas nestas três regiões estava desocupada quando foi transformada em Alojamento Local (AL). Mais precisamente 56% no Norte, 47% no Centro e 55% no Alentejo. Nas regiões Norte e Alentejo, cerca de um quarto das casas era usada para habitação.
 
As conclusões constam de um estudo que a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) encomendou ao ISCTE, com o objetivo de caracterizar as unidades de AL nas regiões Norte, Centro e Alentejo. Os dados apresentados, citados pelo ECO, dizem respeito a outubro de 2017, altura em que estavam registadas 50.878 unidades de AL – agora já são 59.871 – em todo o país. Cerca de 13.760 encontravam-se nestas três regiões.
 
Segundo o estudo, 56% dos imóveis na região Norte, 47% na região Centro e 55% no Alentejo estavam desocupados antes de serem transformados em AL. Cerca de 20% dos AL em Lisboa eram casas destinadas a habitação, percentagem que sobe para 24% no Porto e 27% no Alentejo.
 
Pequenos empresários dominam o negócio
Nestas regiões, a maioria dos proprietários de AL é gerida por pequenas empresas. No Norte, 76% dos proprietários assumem a forma de pessoa coletiva, valores que caem para 58% no Centro e 56% no Alentejo. Ainda assim, e de acordo com o estudo, tratam-se de pequenos empresários que detêm em média apenas dois alojamentos.
 
Esta é a diferença mais significativa comparativamente à realidade da capital. Em Lisboa há proprietários com mais de 100 unidades, cenário que não se verifica nas restantes regiões.
 
De acordo com a Lusa, a investigação mostrou ainda que os proprietários estão “satisfeitos” com o negócio e que querem continuar a desempenhar a atividade. No Norte, 99,5% dos proprietários manifestou vontade em continuar, no Alentejo 95,9% e no Centro 86,3%.
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